|
|
Rio Ave |
|
O Ave é um rio português que nasce na Serra da Cabreira, concelho de Vieira do Minho, a cerca de 1200 m de altitude. É no Oceano Atlântico, a sul de Vila do Conde, que vai desaguar, percorrendo para isso cerca de 94km. A bacia hidrográfica do Rio Ave tem uma área aproximada de 1390 km2 abrange 15 municípios e tem como afluentes mais importantes, o rio Este (margem direita) e o rio Vizela (margem esquerda). No percurso até à Aldeia de Agra, ao passarmos ao lado da ponte românica da Parada, estamos bem perto da nascente do rio Ave.
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Ponte românica da Parada |
|
Situada junto à entrada da povoação da Aldeia Rural de Agra, esta ponte românica sobre o Rio Ave situa-se na Serra da Cabreira, concelho de Vieira do Minho. É uma ponte constituída por um só arco, com guardas laterais e lages graníticas, características deste tipo de construção românica. Nesta ponte o visitante pode usufruir da bela paisagem tipicamente minhota, rica, verde e apenas quebrada pelo som tranquilo da água, pura e cristalina, que desce daquela que é a nascente do Ave.
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Cruzeiro |
|
Os cruzeiros são símbolos muito antigos e universais que marcam a religiosidade de um povo. Este Cruzeiro que se encontra na Aldeia de Agra, junto às Alminhas, está apoiado numa base de granito, assente num degrau de formato quadrangular, o fuste cilíndrico e encontra-se encimado por uma esfera sobre a qual existe uma cruz latina. De meados do séc. XIX, este Cruzeiro encontra-se em bom estado de conservação.
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Alminhas |
|
As Alminhas são padrões de culto aos mortos habitualmente construídos em granito e erguidos quase sempre nos caminhos, rurais ou estradas nacionais. Estes pequenos monumentos são simples representações de piedade religiosa, mas com um alto significado religioso, indicando muitas delas, os caminhos próximos que conduzem aos grandes Santuários e suas velhas romarias.
Na parte fundeira destes nichos pintavam-se painéis de almas no Purgatório, onde podemos encontrar representadas a Santíssima Trindade, Cristo Crucificado, a Virgem Maria, Santo António, S. Miguel com a balança e tantas outras figuras de Santos. Nestas Alminhas em Vieira do Minho, e à semelhança do habitualmente representado, podemos encontrar Jesus Cristo Crucificado, os anjos e várias figuras humanas no purgatório. São datadas de 1857 e ficam junto ao Cruzeiro da aldeia.
Esta doutrina motivou muitos artesãos e artistas na criação de inúmeras Alminhas, que hoje vemos espalhadas por todo o País.
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Igreja Paroquial de S. Lourenço |
|
S. Lourenço, o santo mártir que viveu em Roma durante o séc. III d.C.. Foi um dos sete primeiros diáconos (guardião do tesouro da Igreja) da Igreja Cristã em Roma.
Durante a Perseguição (do ano de 259 d.C.) aos cristãos levado a cabo por romanos pagãos é capturado e mandado prender. É queimado vivo sobre um braseiro ardente, por cima de uma grelha,. Tornou-se um mártir e é considerado um servo fiel da Igreja. Em todo o Mundo cristão, existem muitas igrejas dedicadas a este santo. Geralmente, as suas esculturas apresentam uma grelha (instrumento que lhe causou a morte) e uma Bíblia nas suas mãos. É celebrado no dia 10 de Agosto e é o padroeiro desta Igreja na Aldeia de Agra.
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Percurso pedestre dos Moinhos do Ave |
|
A Aldeia de Agra conserva alguns moinhos, outrora responsáveis pela preparação da farinha, quer para alimentação da população da aldeia, quer para rações naturais de criação e engorda dos animais, e com eles criou um percurso de descoberta. Esta rota inicia-se em Lamedo e termina em Agra e, apesar de ter uma extensão de aproximadamente 4 km, é facilmente realizável pelo visitante. Explora-se uma zona rural, por entre “caminhos de cabras”, sendo possível apreciar a paisagem fantástica que a Serra tem para oferecer. Este percurso leva o explorador por um trilho riquíssimo em património e devido ao carácter rústico da área envolvente, permite-nos desfrutar de uma paisagem magnífica pela sua extensão e sobretudo pela beleza da serra. Os moinhos existentes ao longo do percurso são testemunhos de um passado caracteristicamente minhoto. O visitante encontrará um conjunto considerável de pequenas cascatas que se formam ao longo da descida final. Podemos afirmar que, “ (…) existe uma cumplicidade entre a Mãe Natureza e o Homem.
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Empresa de Inserção Arte-Agra |
|
Trata-se de um projecto que visa dar seguimento ao trabalho iniciado junto de formandas da Escola-Oficina de Fiação e Tecelagem de Agra e com isso, dinamizar social e economicamente a aldeia.
Promovendo localmente uma estrutura de criação de emprego e ao mesmo tempo, diversificando as fontes de rendimento das famílias envolvidas neste projecto, disponibilizam-se os produtos artesanais e tradicionais aos visitantes.
Situada num edifício tradicional minhoto, esta empresa pretende desenvolver uma estrutura empresarial capaz e sustentável nesta aldeia de montanha, com uma vertente económica ligada à agricultura e actividades complementares locais.
Aqui pode comprar linho, lã, tirela e bordados, feitos com a sabedoria que só a arte tradicional sabe preservar.
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Petiscos da Aldeia de Agra |
|
Os petiscos das Aldeias Rurais têm tanto de misterioso quanto de saboroso. Por trás destes cozinhados regionais, encontramos uma cozinha saborosa e autêntica. Massa com feijão e farripas de couve, enchidos e costelas de porco igualmente cozidas, bem temperadas de véspera com vinho verde e alho. Ainda a fantástica vitela borrosã assada em forno a lenha, o frango criado em casa, sempre acompanhados da boa broa de milho e regado a bom vinho verde da região.
|
|
|
|
|
|
|
|
|